A nossa abordagem pauta-se pela busca e melhoramento, da otimização e da maximização de recursos, acrescentando valor aos ativos existentes,
Orgulhamo-nos de desenvolver os nossos próprios projetos e os projetos dos nossos associados e aderentes.
As nossas candidaturas em execução
RE- C08-I05: PROGRAMA MAIS FLORESTA - AAC N.º 03/C08-I05.02/2023 – REFORÇO DE ATUAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES DE PRODUTORES FLORESTAIS DE ÂMBITO REGIONAL, SUPRAMUNICIPAL, MUNICIPAL OU LOCAL OU DE NATUREZA COMPLEMENTAR – SEGUNDA FASE.
O objetivo geral passa por reforçar, dar continuidade e garantir a complementaridade das medidas de política florestal, robustecendo o associativismo e reconhecendo nas OPF um parceiro privilegiado do Estado para valorizar a floresta e a sua gestão ativa, veículo fundamental para se alcançar um maior desenvolvimento económico e social dos territórios rurais, cada vez mais despovoados.
Em curso, mais informação em: https://www.fundoambiental.pt/apoios-prr/c8-florestas-c08-i0502-programa-mais-floresta/03c08-i05022023-reforco-de-atuacao-das-organizacoes-de-produtores-florestais-2-fase.aspx
RE-C08-I01 – TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM DOS TERRITÓRIOS DE FLORESTA VULNERÁVEIS - AAC N.º04/C08-I01/2023 – CONDOMÍNIO DE ALDEIA: PROGRAMA INTEGRADO DE APOIO ÀS ALDEIAS LOCALIZADAS EM TERRITÓRIOS DE FLORESTA – Condomínio de Aldeia – Terras do Lince: Malcata e Meimão.
É objetivo geral do presente Aviso atuar nos territórios vulneráveis, com base nos critérios fixados no artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 28-A/2020, de 26 de junho, ao nível da perigosidade de incêndio e da ocupação e uso do solo atual, com o objetivo de garantir a resiliência, a sustentabilidade e a valorização do território através do apoio a projetos de ‘‘Condomínio de Aldeia’’, na envolvente às áreas edificadas, em que se preconiza a reconversão de territórios classificados como matos ou floresta (territórios florestais) noutros usos, geridos estrategicamente, garantindo a segurança de pessoas, animais e bens, o fornecimento de serviços ecossistémicos e o fomento da biodiversidade.
São objetivos específicos:
a) promover alterações no uso e ocupação do solo que garantam a remoção total ou parcial da biomassa florestal, interrompendo a continuidade vertical e horizontal do combustível;
b) promover a adoção de soluções estruturais e de base natural, fomentando a prestação dos serviços pelos ecossistemas, designadamente a biodiversidade e o solo vivo, a infiltração da água e a salvaguarda da sua quantidade e qualidade, o sequestro de CO2 na atmosfera e os valores culturais;
c) revitalizar as atividades agrícolas e silvopastoris, incrementando a multifuncionalidade dos territórios rurais em mosaico, impulsionando as atividades económicas diretas e complementares relevantes e com valor na requalificação e gestão dos territórios rurais vulneráveis, designadamente a agricultura familiar e de proximidade;
d) valorizar as aldeias do ponto de vista paisagístico, potenciando os seus ativos naturais, patrimoniais e culturais e garantir maior segurança e conforto às populações;
e) promover projetos que integrem boas práticas de adaptação às alterações climáticas, com caráter demonstrativo e de replicabilidade, e que fomentem:
i. a capacitação e mobilização das pessoas e comunidade para uma boa gestão da vegetação e seus sobrantes;
ii. a utilização de métodos de recolha para compostagem ou aproveitamento de biomassa;
iii. a transformação da paisagem de longa duração, através de um processo participado de base local que reforce a cultura territorial e a capacidade dos atores do território.
Em curso, mais informação em: https://www.fundoambiental.pt/apoios-prr/c8-florestas/04c08-i012023-condominio-de-aldeia1.aspx
Toda a informação sobre estes avisos, e outros encontra-se disponível na página eletrónica do Fundo Ambiental.















